Prestadora de serviços no ramo automobilístico.

  • DIREÇÃO HIDRÁULICA
  • INJEÇÃO ELETRÔNICA
  • TRANSMISSÕES MECÂNICAS
  • MECÂNICA GERAL (NACIONAIS E IMPORTADOS)
  • REVISÕES PREVENTIVAS E CORRETIVAS
  • MANUTENÇÃO E APOIO A FROTISTAS
  • SUSPENSÃO
  • FREIOS / ABS
  • ESCAPAMENTOS

GUINCHO

Guincho 24

Guincho 24h ligue 61 5555555

DICAS

Troca de Óleo

A troca do óleo é muito mais importante para a vida útil do motor. Fique atento a troca do óleo por tempo e por quilometragem.

SERVIÇOS

Mecânica Geral

Mecânica Geral carros nacionais e importados

EQUIPE

Equipe treinada

Equipe treinada, garantia e qualidade no atendimento

REVISÕES

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EQUIPAMENTOS

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Historia

RR Nascimento Souza LTDA – ME, criada em março de 1998, localizada na Qnl 08 conjunto F lote 08 fundos e Qnl 10 conjunto A lote 06, atuando com o ramo de mecânica geral, alinhamento e balanceamento computadorizado, injeção eletrôni-ca, uma empresa prestadora de serviços no ramo automobilístico com o foco de clientes que vem de geração em geração, o maior foco de clientela são as mulheres que buscam sempre a oficina que é um grande público no setor e que estão sempre presentes verificando a forma de trabalho com isso o dono da empresa procura manter um ambiente familiar para que as mesmas se sintam a vontade em esperar pelo serviço prestado.

Capacitação :

Para atender bem seus clientes o dono da empresa fez vários cursos para alcançar os avanços da modernidade, um dos cursos é o de técnico em automobilístico concluído no SENAI. A oficina possui um maquinário de qualidade para atender as exigências do mercado que esta sempre inovando com carros novos e importados, tenta manter os funcionários treinados com capacidade de atender bem o cliente que esta cada vez mais exigente.

Dicas

Confira sete dicas simples para aumentar a vida do seu motor:

1. Mesmo no inverno, não deixe o motor funcionando muito tempo para aquecer. A temperatura ideal é atingida mais facilmente com o carro em movimento. Basta dirigir com suavidade.

2. Nas trocas de óleo, jamais coloque o líquido além do nível indicado. O excesso acaba sujando as velas, prejudicando a queima de combustível. O carro vai acabar perdendo potência e consumindo mais combustível.

3. Para garantir medição precisa, sempre faça a verificação dos níveis de óleo e água com o motor frio.

4. Faça sempre as revisões e trocas de componentes no prazo recomendado pelo fabricante.

5. Nunca abra a tampa do reservatório de água com o motor quente. Isso acaba despressurizando todo o sistema, gerando bolhas de ar que podem prejudicar a circulação da água e, em uma situação extrema, levar ao superaquecimento do motor.

6. A manutenção do filtro de óleo deve ser feita conforme a recomendação do fabricante do veículo, porém é desejável que a cada troca de óleo se faça também a troca do filtro.

7. Recomenda-se trocar o filtro de ar a cada 15 a 20 mil quilômetros, ou conforme orientação do fabricante. Já em locais de grande concentração de poeira, esta troca deve ser mais freqüente, uma vez que evita consumo excessivo de combustível e baixo rendimento do motor.

Fonte: Web Motors

Hoje, boa parte das montadoras já trabalha com custos fechados de revisão, geralmente uma tabela pública de preços publicada no site da marca ou no balcão da concessionária. Mas o que muita gente não sabe é que esses valores não incluem algumas despesas inesperadas, que podem até dobrar o custo total do serviço. E não estamos falando da célebre empurroterapia, quando a autorizada oferece serviços desnecessários. O fato é que as fábricas não têm como calcular com precisão o prazo ou a quilometragem para a troca de peças cujo desgaste depende da forma como o motorista dirige ou das condições em que o veículo roda. Entre os principais itens dessa lista de imprevistos, estão discos, pastilhas, sapatas e tambores de freio, components da suspensão e palhetas do limpador.

Para saber o que está de fora da revisão, é só checar o livreto de manutenção do carro, que indica quilometragens e prazos para os serviços programados pela fábrica, valendo sempre o que vier primeiro. Nessa hora, você vai descobrir que há variações de marca para marca – a Ford, por exemplo, pede revisões a cada seis meses, contra um ano da maioria.

Portanto, se você recebeu um orçamento maior que o previsto, necessariamente não é má-fé da concessionária. É só checar a tabela ao lado para ver exemplos de como o serviço programado pode ficar bem mais caro ao se incluir a troca de peças de desgaste natural. Veja um caso simples: a revisão de 60 000 km do Agile custa, segundo o site da GM, 524 reais. Mas se a embreagem estiver desgastada, o que não é raro nessa quilometragem, o dono vai tomar um susto: terá de desembolsar mais 771 reais pelo kit de rolamento, disco e platô. Conta final da revisão: 1295 reais, sem a mão de obra dessa troca.

Foi o mesmo susto que tomamos este mês na revisão dos 40 000 km do nosso Peugeot 3008 de Longa Duração. A tabela indicava 655 reais, mas pagamos 1 589 reais por causa de outros reparos necessários, como pastilhas de freio, alinhamentos e limpeza de bico injetor (leia a matéria completa na pág. 91).

No entanto, deve-se tomar cuidado também com a empurroterapia, assunto para o qual as fábricas insistem em dizer que “estão atentas”, mas que ainda é bem comum. “Nossa margem de lucro caiu nos últimos anos. Os prazos maiores de garantia nos ajudam, mas ainda precisamos complementar com mais alguns serviços”, diz o consultor de uma concessionária que não quer se identificar, ao justificar o hábito de tentar vender serviços desnecessários.

Por isso, há técnicos que fazem um verdadeiro terror com os clientes. “Quando fui fazer a revisão do meu Citroën C3, a tabela era de 420 reais. Mas disseram que eu tinha de fazer descarbonização do motor, limpeza dos bicos, alinhamento da suspensão, trocar o óleo do câmbio e limpar o radiador. O valor final da conta passou dos 1 000 reais”, diz a advogada Maria Batista Martins. “E ainda falaram que, se eu não fizesse, o carro poderia quebrar no meio da rua.”

Nesses casos, é preciso ter muita calma e conhecer bem o automóvel. Verifique com cuidado o livreto de manutenção e, na dúvida, peça a opinião de um mecânico de confiança antes de aprovar o orçamento da autorizada. E muita atenção com a polêmica limpeza de bicos, para descobrir quando ela deve ser realizada. Para boa parte dos mecânicos, ela só é necessária se o motor estiver falhando e apresentando consumo elevado. “Para comprovar que a culpa está na peça, basta retirar os injetores e fazer o teste numa bureta, que vai aferir a quantidade de combustível que passa por cada bico”, diz Antonio Gaspa de Oliveira, diretor técnico do Sindirepa-SP (sindicato das oficinas de São Paulo).

No outro extremo, há os serviços que são ignorados por muitos motoristas, principalmente quando o carro sai da garantia. Os mais importantes são o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas. “Recomendamos fazer os dois a cada 10000 km, para garantir a durabilidade dos pneus”, afirma Ricardo Lima, gerente de engenharia da DPaschoal.

Há ainda outro tipo imprevisto, como o que aconteceu com o professor Arthur Ferreira. Ele comprou um Ford Focus no início de 2010 e viu um cartaz com os preços fixos de revisão. Quando foi fazer a Terceira revisão, tomou dois sustos. O primeiro: os valores “fixos” haviam sido reajustados. “De vez em quando, passo em frente à concessionária e vejo que os preços mudam”, ironiza. É a inflação chegando também ao setor de serviços e autopeças. O segundo foi pior. “A recepcionista não sabia os preços e precisou consultar o site da Ford”, disse. Assustado com os valores, ele desistiu de fazer a revisão naquela concessionária e foi consultar o site da Ford. “Lá, descobri um asterisco dizendo que os preços têm validade e que podem ser alterados sem aviso prévio”, disse. “Ou seja, não há preço fixo de verdade. Isso induz o consumidor ao erro”, afirma Arthur, que agora pretende procurar o Procon para reclamar.

Essa experiência mostra que se deve tomar cuidados extras. Um deles: verificar se o preço praticado é o mesmo indicado pela fábrica no site ou se é apenas um valor sugerido. Nesse caso, vale a pena pesquisar mais. Das marcas consultadas, só Renault e Citroën afirmaram que os preços de revisão são tabelados. Fiat e Peugeot informaram que os valores são sugeridos. As demais marcas não se manifestaram até o fechamento desta edição.

O segundo cuidado é verificar se a mão de obra está incluída ou não. A Volkswagen dá a primeira revisão com mão de obra grátis. As demais estão “inclusas no serviço”. A Hyundai só cobra as peças e não o serviço nas duas primeiras revisões. Da terceira em diante, a mão de obra é cobrada, mas a marca coreana não informa valores.

Vida útil

Mecânicos estimam que, no uso normal e em cidades sem muitas ladeiras ou ruas esburacadas, as seguintes peças devem durar, nas mãos de um bom motorista:

Embreagem: de 60 000 a 80 000 km

Amortecedores: de 80 000 a 100 000 km (embora seus fabricantes recomendem a troca aos 40 000)

Pastilhas de freio: de 20 000 a 30 000 km

Palhetas do limpador: um ano

Gasto com desgaste

GASTO COM DESGASTE

Valores em real para revisões programadas e peças de troca prevista*

Fiat Uno 1.0

15000 km – 164
30000 km – 464
45000 km – 396
60000 km – 924
Embreagem: 297
Pastilhas de freio: 104
Palhetas: 48
Lâmpada do farol: 40
Amortecedores: 522

Ford Focus Hatch 1.6

10000 km – 232
20000 km – 304
30000 km – 388
40000 km – 876
50000 km – 364
60000 km – 764
Embreagem: 654**
Pastilhas de freio: 268
Palhetas: 73
Lâmpada do farol: 29
Amortecedores: 1241

Chevrolet Agile 1.4

10000 km – 152
20000 km – 388
30000 km – 460
40000 km – 348
50000 km – 804
60000 km – 524
Embreagem: 771
Pastilhas de freio: 82
Palhetas: 53
Lâmpada do farol: 50
Amortecedores: 505

* Valores para kit completo de embreagem, par de pastilhas dianteiras, par de palhetas, lâmpada do farol esquerdo e o jogo de amortecedores
** Preço inclui o sistema de acionamento hidráulico

Fonte: Quatro Rodas

Especialistas alertam para a instalação de itens homologados pela fábrica.
Rádio e faróis são os que mais consomem carga.

Muitos motoristas desconhecem que a bateria dos carros também requer cuidados especiais.
Constituída basicamente de placas de chumbo (positivas e negativas) e solução de ácido sulfúrico (eletrólito), que ficam alojados dentro de uma caixa plástica, a bateria nada mais é que uma fonte acumulativa de energia.

Para isso, especialistas apontam para os cuidados com acessórios eletrônicos como rádio, alarme, rastreadores e componentes elétricos e eletrônicos que nunca ficam desligados – como a central de injeção – e são aparelhos que possuem a chamada corrente de stand by.

“Ela puxa energia da bateria quando o veículo está desligado. Esta descarga também pode ser provocada quando se deixa a iluminação interna acesa sem interrupção”, explica o gerente de produto da Baterias Moura, Antonio Júnior.
O rádio e o alarme, por exemplo, dependendo dos tipos que são instalados no carro, podem acarretar uma descarga na bateria de apenas um dia se estiverem funcionando com o motor desligado, de acordo com Júnior. “Utilizar peças originais é a principal dica para que a corrente stand by não descarregue o acumulador”, alerta Júnior. Por isso, o especialista alerta para verificar a capacidade máxima da bateria e do alternador antes de instalar novos acessórios. “Sistemas de som potentes, por exemplo, consomem mais energia e, pode ser preciso optar por peças que tenham maior capacidade”.
Carros parados também consomem energia da bateria
Mas para aqueles que usam o carro esporadicamente ou então precisam “hiberná-lo” por um tempo prolongado, a recomendação é desligar os terminais dos cabos das baterias, a fim de evitar a descarga precoce da bateria.
“Carros parados também consomem energia da bateria. Neste caso, se o veículo for ficar inutilizado por mais de 20 ou 30 dias, caso não seja possível deixá-lo com alguém para o seu funcionamento, o correto é desligar o cabo do terminal positivo, a fim de evitar a redução da vida útil da bateria. Desta forma, evita-se qualquer risco de curto-circuito”, recomenda o professor do curso de Engenharia Mecânica Automobilística do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Edson Esteves.
Além deste cuidado, Esteves orienta também para manter sempre as capas protetoras – geralmente feitas de borracha ou plásticos – nos terminais. “Outro cuidado importante é manter as capinhas de proteção (plásticas) em cima dos terminais (positivo e negativo) da bateria, que evitam o risco de curto-circuito pelo contato de objetos metálicos”, explica o professor.
Segundo os especialistas, a durabilidade de uma bateria, em média, é de 2 a 3 anos, mas pode cair pela metade se o dono não tiver os devidos cuidados como, por exemplo, deixar as luzes ou acessórios ligados quando o motor estiver desligado. Outra dica importante é não dar a partida no veículo com o farol ligado, o que também puxa carga da bateria, diminuindo sua vida útil.

Fonte: http://g1.globo.com

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